BITCOIN: O QUE É E PORQUE ESTA TÃO VALORIZADA

BITCOIN: O QUE É E PORQUE ESTA TÃO VALORIZADA

BITCOIN: O QUE É E PORQUE ESTA TÃO VALORIZADA

Tenho certeza que vocês estão bem acostumados a ouvir o termo Bitcoin na televisão, ler isso no jornal… e esbarrar em matérias sobre o tema na internet o tempo todo.

A dúvida nem chega a ser mais o que é Bitcoin, e sim o porquê dele ter valorizado tanto em 2017. Para você que não acompanhou a turbulência desse assunto na mídia, bitcoin é uma criptomoeda que funciona na internet, totalmente descentralizada, que não necessita de uma entidade central e pseudo-anônima.

BITCOINS VALEM MUITO

No final de 2008, início de 2009, começam as atividades do Bitcoin.

Entusiastas iniciam o processo de adoção da moeda, lentamente minerando as primeiras unidades de Bitcoin e aceitando transações da criptomoeda como pagamento de serviços e vendas de pessoa a pessoa, sem grandes jogadores no meio disso tudo.

Nesse começo de adoção o Bitcoin era pouco “útil”, afinal pagava entusiastas que prestavam serviços para outros entusiastas e early-adopters; você não podia comprar uma pizza com Bitcoins nesse começo, nem comprar uma jaqueta legal.

Justamente pela sua aceitação, naturalmente gradativa, o Bitcoin valia poucos “dinheiros”, e até 2011 não valia nem mesmo um dólar inteiro.

Porém algo que funciona por alguns anos de forma estável e com cada vez mais interessados, acaba chamando a atenção, e assim o Bitcoin passa a ser aceito por cada vez mais estabelecimentos, possibilitando pagar uma pizza, um notebook ou jogos naquela plataforma de games, e muito mais coisas acontecerem, assim como o dinheiro emitido pelo banco central faz. Dessa forma, começou cada vez mais a fazer sentido aceitar que seu amigo te pagasse em Bitcoins, e trabalhar por eles agora significava certeza de comprar itens desejados do mundo real. Assim, mais mineradores aparecem, mais pessoas usam Bitcoins, mais ele valoriza… e no final de 2013 atinge a marca de US$ 1.000 por 1BTC.

Essa valorização toda pela adoção da moeda somada com a possibilidade de trocar dinheiro físico por BTC em sites e casas de câmbio especializadas, torna o Bitcoin quase que oficialmente alvo de investidores, que passam a ver a moeda como uma possibilidade de aumentar seu patrimônio, afinal desde seu início, em 2009, a criptomoeda aumentava de valor cada vez mais, mesmo sujeita às flutuações naturais dos meio financeiros (ou você nunca viu o dólar baixar e subir no mesmo mês);

Entre 2014 e 2016, o Bitcoin não explodiu seu valor acumulado, e oscilou bastante de preços, porém continuou sendo usado como moeda ativamente e seguiu tendo mais adeptos e servindo de modo válido de pagamento para cada vez mais serviços, produtos e pessoas.

Em 2017, o Bitcoin brilhou sob nossos olhos de novo por discussões governamentais de regulamentação da criptomoeda, com cada vez mais usuários e seguindo “livre” como opção independente de negociação e envio/recebimento de dinheiro seguro e rápido, sem taxas abusivas ou intermediários. Assim, 2017 é marcado por vários países decidindo se a criptomoeda seria oficializada ou não em seus territórios.

Tanto movimento em torno dos Bitcoins só instigou ainda mais os investidores, especuladores e todo o mercado de Bitcoins, que registrou um salto gigantesco em seu valor, e decolou ao longo do ano até o histórico patamar de US$ 8.000 por 1BTC. Agora, todo mundo quer Bitcoins.

Você pode não ter dado muita atenção para o Bitcoin quando ele surgiu, porém ele caminhou bastante e hoje faz sentido receber seu salário em Bitcoins, por exemplo. Isso era inimaginável anos atrás, e hoje não só é realidade como pode-se usar seu Bitcoinsuado para comprar coisas, pagar pessoas e tudo mais que uma MOEDA faz, porém de forma digital, descentralizada e livre de entidades autoritárias.

Quem investiu nisso nos momentos corretos, faturou um bom trocado, porém não é uma moeda só para investidores, é para todos. Pagamentos internacionais são caros e burocráticos, e certas vezes terminam em complicações de banco vs. banco que não se entendem direito. O Bitcoin não tem nacionalidade, e em tempos globalizados faz sentido algo que pensa além de fronteiras políticas.

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Até a próxima!